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Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Ipsis Verbis - Quem me leva os meus fantasmas

Aquele era o tempo em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam
E eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acessos
Marinheiros perdidos em portos distantes
Em bares escondidos em sonhos gigantes
E a cidade vazia da cor do asfalto
E alguém me pedia que cantasse mais alto

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada
Quem me diz onde é a estrada

Aquele era o tempo em que as sombras se abriam
Em que homens negavam o que outros erguiam
Eu bebia da vida em goles pequenos
Tropeçava no riso abraçava venenos
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala nem a falha no muro
E alguém me gritava com voz de profeta
Que o caminho se faz entre o alvo e a seta

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada
Quem me diz onde é a estrada

De que serve ter o mapa se o fim está traçado
De que serve a terra à vista se o barco está parado
De que serve ter a chave se a porta está aberta
De que servem as palavras se a casa está deserta

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada
Quem me diz onde é a estrada

Composto e escrito por Pedro Abrunhosa e assinado por baixo por mim.

Maria João F.

 

publicado por mulheresforadehoras às 11:44
link do post | comentar | favorito
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2 comentários:
De Tepes a 17 de Maio de 2007 às 16:59
Apesar de não gostar do Abrunhosa também assino por baixo.
De mulheresforadehoras a 17 de Maio de 2007 às 17:06
Somos dois :-(
maria joão

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