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Segunda-feira, 9 de Julho de 2007

Receita para uma mulher triste

Essa tendência tonta de seres esquiva e totalmente franca. De te esconderes ou de mostrares até o teu umbigo pintado. Esses mil e um cuidados de te preservares, para acabares por contar a tua historia, com todos os pormenores a quem se entrincheira em montanhas de segredos. Essa vontade furibunda de saíres a correr feita danada quando alguém mostra que começa a conhecer-te, e essa desmesurada vertigem de ficares quieta e leda. Essa insana sede de alguém - e de ficar orgulhosamente só. Essa vontade de mudar sem renunciar o que és. Essa fome esfaimada de impossíveis. Como reflectir no meio deste turbilhão de ideias contraditórias? Esse oito e oitenta, tudo ou nada, ferro o fogo, verdade e mentira. Brincadeira de um jogo infantil do gato e do rato, um dó li tá, era de mendá, um sulete colorete, um dó li tá.....

Nada a fazer miúda tonta, olha-te ao espelho e deita a língua fora, ri-te um bocadinho de ti, se não chegar olha para os dedos dos teus pés, deditos separados como os pés de um macaco trepador de arvores, miúda ri-te de ti, ri.

 

Maria João F.
publicado por mulheresforadehoras às 15:03
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1 comentário:
De cbs a 18 de Julho de 2007 às 13:46
e que tal... "o justo meio-termo entre o dano e a vantagem, não é demais, nem muito pouco."
do Aristóteles

abraço ;)

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