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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Perdão, almadensidade, mangas e melancias

Uma senhora já com uma longa caminhada neste mundo, que do tempo vivido retirou sabedoria e compaixão, numa fase em que eu estava envolta no mais denso turbilhão de emoções mimou-me com a seguinte frase: “O único pecado é magoar os outros, não importa quem!”. Com essas palavras me desobrigou de cadilhos ancestrais, de uma herança geracional perdida na memória dos tempos. Foi assim que me libertei do fardo da culpa que me consumia, foi assim que me perdoei e atrevi-me a viver.

Um amigo de caminhada brindou-me com a seguinte frase “Não cometas o pecado de não defenderes o teu espaço vital, o teu círculo interior de afecto, confiança, crença no bem e na vida. Tu estás sempre no Paraíso! Porque o Paraíso está onde tu estiveres. Com cheiros de mangas maduras transportados na brisa morna da tarde, ouvindo-se um cantar de ave celeste lá ao fundo”. Depois deu-me um beijo e partiu…partiu!! E esse partir rasgou uma linha na palma da minha mão, coisas de sina, destino que não se compadece com a dor dos homens!

Tenho poucas verdades absolutas, poucas certezas inabaláveis, contudo acredito fielmente, no meio da minha fé construída em Deuses e Deusas, cosmos e pó de estrelas, que o Paraíso também se encontra na terra, quando alguém nos abençoou com a sua bondade, nos enreda num circulo de humanidade, e no meio do tempo de caos em que vivemos vê o lado invisível da nossa lua e sorri encontrando na nossa face encoberta frutos frescos, deliciando-se com melancias, gordas e vermelhas no espanto de acreditar que o verde ainda é esperança. Verdade amo muito, amo demais e não mudo, não mudo, amarei sempre desmesuradamente, mesmo que as minhas mãos se cobram de gretas das lágrimas de despedida!

Maria João

publicado por mulheresforadehoras às 09:49
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