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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

Mãe Gata

 

A minha gata, de sua graça Maria da Luz, vela por mim durante a noite, acorda-me quando: estou no meio de algum pesadelo; tenho sono agitada, sente que se não me levantar e comer alguma coisa vou passar o dia com uma dor de cabeça infernal, estou-me a prolongar demais na pasmaceira da cama (e que existe vida lá fora para alem do edredão de penas e a almofada fofinha fofinha…). Para o efeito dá-me turras, pula de forma efusiva por cima da minha barriga, ronrona-me aos ouvidos e em casos extremos recorre a dentadas nos pés. Graças a ela tenho andado leve, sem enxaquecas ou remoendo nos sonhos fantasmagóricos da noite passada, sem duvida é uma excelente guardiã. Estranhamente hoje quando se colocou a ronronar mesmo por cima do meu toutiço, no meio de mais um sono alucinado, agarrei-a e a coloquei fora do quarto. Caramba o pesadelo é meu e já sou crescidinha para lidar com ele, a minha mãe-gata que me perdoe mas já chega de se intrometer entre mim e o meu mundo interior. Preciso de rever os meus fantasmas, acordar e sofrer como deve ser, sofrer para crescer. Sozinha, sem as defesas de uma gata que vela por mim como se de uma cria se tratasse. Como uma mulher!! Mulher filha de outra mulher, infelizmente não da essência da minha mãe gata.
 
Maria João
publicado por mulheresforadehoras às 16:38
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