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Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Sherazade, Bertita e Filosofia de Vida

Gosto muito de deambular sobre a educação emocional que dou ao meu filhote e como a mesma passa por certos livros.

Ontem começamos com os contos de Óscar Wild. O meu filhote os lê em voz alta e eu choro copiosamente (dou-me autorização de chorar em publico quando a razão é comoção literária), na realidade ele também se emociona o que faz da minha mini família um ambiente propício à lamechice, o que me enche de orgulho.

Hoje reflecti sobre a forma como certos livros formataram a minha personalidade. O primeiro livro sério que recebi, com capa dura e repleto de lindas ilustrações, foi “As Mil e uma noites”, o meu pai que me ofertou tinha eu 7 anos, fiquei encantada com o presente e para mim ele era um tesouro de valor inestimável só igualável ao da estima que tinha pela minha boneca Bertita.

Todos conhecem a história de Sherazade, uma heroína feminina que através da astúcia consegue ser senhora do seu destino, mulher que habilmente usava o artifício de contar contos deixando continuação na noite seguinte como forma de ser foi poupada da morte. A metáfora por detrás da Sherazade é clara: a liberdade se conquista com o exercício da criatividade.

Assim sendo aos 7 anos de idade aprendi princípios basilares que são os pilares da minha filosofia de vida. Isso se aplica na forma como encaro a realidade, a construo e reconstruo constantemente, no sonhar acordada, fazendo de todos os dias um dia diferente, obrigatoriamente! Nunca fazer o mesmo caminho, nunca repetir a mesma receita, nunca repetir a mesma frase, nunca dançar com os mesmos passos, nunca ter a mesma música dentro da cabeça e viver em constante encantamento e viver em constante estado de criação. Eu sei, para quem é certinho, programado, pragmático e sente necessidade de controlar todas as variáveis, ter a louca da Sherazade ao lado é capaz de desparafusar e obrigar a tratamento psiquiátrico (pode levar um homem há loucura, já vi acontecer varias vezes!!!!). Mas bem vistas as coisas, para os mais destemidos e sonhadores, junto dela não existe o perigo de se morrer de tédio. :-)

Maria João

publicado por mulheresforadehoras às 14:01
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