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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

My Self e Jung tivemos um caso tórrido -"Aqui tem o seu escaravelho” Carl Jung

Após a leitura atenta da obra de Edward Hoffman “A sabedoria de Carl Jung” (Editora Palas Athenas), fui arrebatada por um insight poderoso sobre a relação transcendente entre o espaço, tempo e a causalidade - Em vidas passadas tinha tido um caso tórrido e arrebatador com Junguinho (assim o tratava na intimidade da alcofa)!

Passo a transcrever um breve excerto, que a meu ver transmite uma percepção directa do estilo deste fantástico amante:

 

"O meu exemplo refere-se a uma jovem paciente que, apesar dos esforços feitos de ambos os lados, provou ser psicologicamente inacessível. A dificuldade residia no facto de ela saber sempre mais que tudo. A sua educação excelente tinha-a equipado com uma arma feita à medida para o efeito, um racionalismo Cartesiano primorosamente refinado com uma ideia da realidade impecavelmente "geométrica". Depois de várias tentativas frustradas de lhe adoçar o racionalismo com uma compreensão algo mais humana, tive de me reduzir à esperança de que algo inesperado e irracional acontecesse, algo que rompesse a réplica intelectual a que se tinha remetido. Bem, um dia, estava sentado à frente dela, de costas para a janela, ouvindo o fluxo da sua retórica. Tinha tido um sonho impressionante na noite anterior, em que alguém lhe tinha dado um escaravelho de ouro - uma peça de joalharia cara. Enquanto ela me estava a contar o sonho, ouvi qualquer coisa a bater suavemente na janela. Voltei-me e vi que era um insecto voador bastante grande que batia de encontro à vidraça, na tentativa de entrar na sala escura. Isso pareceu-me estranho. Abri a janela imediatamente e apanhei o insecto no ar quando ele entrou. Era um besouro da família dos Escarabídeos, que ataca as roseiras (Cetonia aurata), cuja a cor verde-dourada se parece muito com um escaravelho de ouro. Entreguei o besouro à minha paciente com as palavras, "Aqui tem o seu escaravelho". A experiência abriu a brecha desejada no seu racionalismo e quebrou-lhe o gelo da resistência intelectual. Agora podia continuar o tratamento com resultados satisfatórios." Carl Jung

Maria João F.

publicado por mulheresforadehoras às 16:59
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