Um blog escrito por três mulheres, funciona como espaço para catarse, debate e exposição de pensamentos soltos.

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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

Feliz Aniversário - Hoje é dia de festa

Ela é uma mulher tão forte e frágil, tão louca e equilibrada, tão certa e tão perdida. Tem tudo, tudo, dá tudo em ternura persistente, a minha amiga incondicional, apaixonada por cães, lobos e gatos rafeiros, transcende a propria vida. 

Maria João

publicado por mulheresforadehoras às 00:50
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

MAR!

Não faço nada, só contemplo o mar,

Num jogo sedução-consentimento

Que põe os meus sentidos a vibrar

E me adormece todo o pensamento.

À minha volta tudo é mar e mar,

Não é azul nem verde - é cor incerta -

E é loucura ou paixão o deixar-estar

De pés molhados, numa praia deserta.

Envolvimento, miragem e espanto

Que se me afasto, dá dor e saudade

E quando chego me exalta tanto!

ZeliaN

música: Canção do Mar
publicado por mulheresforadehoras às 23:23
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2007

Monólogo da Vagina de Eve Ensler - Cultura Geral

MONÓLOGO de Eve Ensler

publicado por mulheresforadehoras às 16:32
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2007

Conversa de tipos cultos com profundidade romântica

 
- Sabes estou indeciso entre duas gajas. É pá, um gajo que não seja nenhum grunho procura a fusão de almas percebes, aquele toque, aquele momento mágico. Oh pá o sentir indefinido. E com uma delas é tudo muito carnal, é uma gaja entrada em carnes, aquela que é para o que é. Um registo muito carnal, ia ficando tísico por conta dela. A outra é mais uma aproximação de espíritos, coisa pouco papável pois falei pouco com ela, tem contudo um belo par de mamas.
- Pois estou a ver, um bruto dilema. De um lado o homem besta, na sua versão mais telúrica, mais animal, do outro a evolução no fundo, a racionalidade o espírito, o iluminismo. Não sei como te vais safar desta.
- Sabes meu, eu tenho profundidade romântica, sou um tipo complexo.
- Sou teu amigo pá, aconselho-te que apostes na última, a outra, essa história não é para um tipo sensível como tu, tens que ter outras ambições. Já agora gostaria que me apresentasses essa tipa amalucada apenas por curiosidade.
- Gostaria mesmo era de te apresentar a tipa espiritual, para me dares a tua opinião.
- OH pá, alto lá, somos amigos mas não estou para aturar secas.
 
Nota: Conversa verídica, diria mesmo reproduzida graças ás minhas capacidades mediúnicas.
 
Maria João F.
publicado por mulheresforadehoras às 19:36
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Quinta-feira, 5 de Abril de 2007

Ovinho de Páscoa

O coração dela espatifou-se em mil e um pedaços. Alguém muito douto em coisas de coração, disse-lhe que estava condenada a não sentir ou a procurar demente por outros afectos de forma a unir os vários cacos, mas de qualquer jeito nunca seria como os outros seres detentores de corações perfeitos. Ela recolheu com desvelo todos os pedaços e juntou-os aleatoriamente, o melhor que sabia, com purpurina, espelhos, areia da praia, pó da estrada, água do Guadiana, colos de infância, recordações boas, gelado de morango com pedaços, cacau, sangria, cócegas, gargalhadas, poemas, puxões de cabelo, festinhas gostosas, berlindes, gemadas, ramos de alecrim, algodão, manjerico, pitadas de canela e hortelã. Enredou tudo muito bem entre nós e laços de fitas de muitas cores, ela tinha ancestrais artes de tecedeira. Notou que o seu coração mais parecia um ninho, soprou-lhe vida com uma memória antiga do rufar de um tambor, e reparou com prazer que ali, naquele lugar desconforme, frágil e estapafúrdio era capaz de chocar em segurança o mais redondinho ovinho.
Maria João
publicado por mulheresforadehoras às 22:38
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Mulher Tangerina

Pela forma como tinha permitido que ele a escolhesse, cheirasse, apalpasse, atirasse como um brinquedo ao ar para ver se ao cair assentava bem na sua mão, não lhe restava dúvida que tinha sido uma mera mulher objecto. Reflectindo bem, com a rapidez como tinha sido descascada, achava-lhe que lhe assentava bem o justo epíteto de mulher tangerina. O que ela não entendia era que parte de si tinha permitido tamanha imbecilidade, que meandros escuros do seu Eu autofagico tinham dado autorização para que ela se despojasse de Ser, quais as sinapses tinham conspirado contra a sua identidade, onde residia a culpa e a solução.

Maria João F.

publicado por mulheresforadehoras às 19:30
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

Lua cheia no B`leza

Lá estávamos nós no B`leza a ouvir poesia. Para trás ficou uma mala de viagem arrumada, bainhas de calças feitas, roupa passada, jantar dado ao filhote (lulas recheadas à moda algarvia) e um dia de trabalho absolutamente estoirante. Tentei negociar a entrada com o porteiro, trocando euros por tazos, aos dois tal fez sentido, ambos sabíamos o valor simbólico da troca e a historia que ela encerrava.

A mistura é aparentemente estranha, aquele espaço é de descontracção total, onde se dança para se esquecer quem se é ou se encontrar (uma das duas é correcta e ambas possíveis), mas uma coisa é certa, ali não se pensa, esvaziasse com o corpo o cansaço da mente. Nas terças-feiras é dia poesia, ontem foi a vez dos poemas de Joaquim Manuel Magalhães. Extremamente bem declamados por Mónica Garnel, Patrícia Silva, Tiago Barbosa e Vitor Gonçalves. Infelizmente faltou a musica de Gonçalo Alegria e Benjamin Brejon. A lua cheia era magnifica e abrilhantava o Tejo, o ambiente era intimista, familiar e respirava-se conivência, repito a noite era de lua cheia (isso explica muita coisa), contra as minhas expectativas pensei e soube bem.

Maria João F.

publicado por mulheresforadehoras às 15:24
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Segunda-feira, 2 de Abril de 2007

SPA e o massagista pícnico

Todos os anos tirava uns diasitos para se mimar, uma semana num SPA e um rol de fantásticas e revigorantes massagens vicky.

No imaginário pródigo feminino, os massagistas são autênticos Apolos, Adónis musculados, peito bronzeado, voz sedosa e mãos de pianista, sem falar das pernas (STOP, não vou discorrer mais acerca das minhas fantasias pessoais e intransmissíveis, este blok é intimista mas não tanto!).

Acontece que o massagista que lhe saiu na rifa, era um exemplar perfeito do homini lusitano, e pelo tanto segundo a classificação de Lomproso um meia-leca pícnico: atarracado, baixinho, rosto largo, membros curtos, crânio chato e um ar bonacheirão. Infelizmente não há imaginário que aguente! Mesmo em estado ultra Zen, de barriga para baixo, quando ouviu em voz rouca e sedutora “as senhoras vêem cá e depois não querem outra coisa!!”, ela num pragmatismo irritante praguejou “Que falta de capacidade de abstracção que Deus me deu, droga!!”

Maria João F.

publicado por mulheresforadehoras às 14:10
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