Um blog escrito por três mulheres, funciona como espaço para catarse, debate e exposição de pensamentos soltos.

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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007

Manhã de chuva

Bastou um seu sorriso,

Numa manhã de chuva,

P'ra os anos que passaram

Deixarem de contar

E ela sentir, de novo,

Entre surpresa e confusa,

A beleza única do seu profundo olhar.

 

Não há um amanhã

Nem mesmo um nunca mais,

O que foi impossível

O tempo sublimou.

Mas do seu sorriso lindo,

A chuva é testemunha

Da marca invisível

Que p'ra sempre ficou!

 

Zelian

sinto-me: (estupidamente?)nostálgica
música: Et si tu n'existais pas - Que piroseira
publicado por mulheresforadehoras às 21:48
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5 comentários:
De TheEconomist a 24 de Fevereiro de 2007 às 14:44
As coisas mais pirosas são muitas vezes as mais românticas e doces.

A minha fantasia pessoal de piroseira romântica ou de romantismo piroso é o Barco do Amor.

Tanto simplismo, tanto kitsch e a mais consumada inversão daquilo que deve ser considerado um homem atraente como se vê pela escolha do médico de bordo como o engatatão de serviço, dão um gosto pirosamente romântico àquilo tudo.

Os smokings rôxos com camisas de folhos e as franjas de cabelos ondulados só conferem mais doçura.

Quem se junta a mim para um cruzeiro?
congelado
De Camacho a 28 de Fevereiro de 2007 às 01:58
Como não sei se isto passa na censura do Arrastão, aqui vai...

Maria João F, quem sabe um dia, Amiga (sou Madeirense) e também passo férias lá, quando não sou residente por uma ou outra temporada.
Curioso o seu lapso, mas também explicável: o enfoque num(a) argumento/localidade/circunstância/realidade negativa(o), a caracterizar um todo, sem o representar, o que automaticamente invalida todo o seu raciocínio seguinte: substitua "Madeira" por outra qualquer localidade portuguesa: "Conheço razoavelmente bem a ........., existem zonas extremamente pobres como à ......, ....... Se for ao centro do ...... pode ver crianças (ou mais velhos) a pedir, acredite por detrás da capa de enorme (enorme é a sério?) desenvolvimento existe muita miséria humana." Acho que a sua frase caracteriza tudo e nada em específico.
(nota: já residi em Lisboa, Porto e Évora, poderia usar a sua frase para descrever qualquer uma delas...mas para mim não faz sentido).

Ao escrever AÇORES, não tive qualquer INTENÇÃO (não é o que conta?) gritante, inquisitória, punitiva, apontadora, de humilhar ou "cortante" para consigo. Mas se achou tal coisa, apresento as minhas desculpas.
Apenas o pormenor de "Conheço razoavelmente bem a Madeira" e logo a seguir o erro geográfico, admita estava mesmo a pedir...infelizmente, a minha resposta surgiu num momento de acumulação de decibéis e desinformação sobre a Madeira, LFRA, AJJ e Madeirenses, a qual poderá ter a leitura que você fez.
Guardo o facto de Freud conseguir explicar a sua confusão...É sempre bom ter conhecimentos...

Quanto à censura, é melhor não dizer nada, senão sou censurado...

Em relação à psicoterapia (ou será psicanálise?) fico fascinado como é que a minha descoberta revestiu-se de tanta utilidade, diga-me contenta-se com pouco, não?

Sugiro-lhe que repense os seus locais de férias (Rabo de Peixe??, a não ser que seja por razões humanitárias ou de consciência social). Câmara de Lobos ainda que vá, sempre pode dizer que esteve num dos locais preferidos de Churchill, na Madeira.

De qualquer forma obrigada pelo elogio, Maria quem sabe um dia amiga, aos meus olhos, embora saiba que apenas sonhe com eles, não são nada de especial, o mesmo não posso dizer do resto...

Quanto ao "rest my case", se teve estilo e foi fashion, retiro já aqui...

Um madeirense que se preze, é sempre e pelo menos, bilingue: fala madeirense, e a linguagem do Amor, ou não fosse em Camões, a Madeira, a Ilha dos Amores…
De mulheresforadehoras a 28 de Fevereiro de 2007 às 13:10
Amigo Camacho, li atentamente o seu texto, com carinho e desvelo soletrei cada palavra. Dados houve no seu texto que nada trouxeram de novo, graças ao meu apurado sexto sentido já tinha conhecimento deles, contudo cabe-me fazer alguns reparos:
1) “admita estava mesmo a pedir” - denota uma pontinha de sadismos que já tinha descoberto no passado;
2) “um madeirense que se preze, é sempre e pelo menos, bilingue: fala madeirense, e a linguagem do Amor, ou não fosse em Camões, a Madeira, a Ilha dos Amores…” - nunca por nunca pós em causa o seu potencial erótico, nem o dos seus conterrâneos. O sotaque dá um certo picante à situação, mas quanto à dita linguagem do amor, sejamos honestos, os país do Kamasutra são indianos, na prática Camões é muita parra e pouca uva e a ilha de amores é a fantasia masculina mais recorrente. De qualquer forma senti que na sua conversa havia algum engodo para conquista amorosa, enfim uma réstia de esperança para o publico feminino leitor do Arrastão.
3) “Ilha dos Amores…” - as reticencias indicam omissão de palavras, deixando à inteligência das leitoras os vocábulos e os pensamentos que ficaram em suspenso. Ao ler entrei em alucinações de amor carnal, não sei se houve alguma extrapolação abusiva da minha parte mas conjecturei que o amigo Camacho no seu final em pontuação reticente, estava algo ofegante (corrija-me se for caso disso).
4) “Maria, quem sabe um dia amiga, aos meus olhos, embora saiba que apenas sonhe com eles, não são nada de especial, o mesmo não posso dizer do resto...” - mais uma vez o uso sábio das reticências, e o potencial de deambulação que as mesmas encerram. Confesso que adorei o ar intimista de “Maria”, a voz ronronada ao ouvido, o potencial do resto com tanto para contar e tão pouco tempo…caramba, acredite não deixei o meu número de telemóvel por recato.
Bem vistas as coisas o Amigo Camacho em vez de gastar litros e litros e litros de prosa tinha tido sido mais pragmático se tivesse limitado ao seguinte post: “Madeirence…fogoso…bom corpo…fala inglês…declama poesia…fluente na linguagem do amor…dominador…castigador…com ou sem violência…vinil…todo tipo de acessórios…realiza fantasias” eheheh
Maria João F.
De Camacho a 28 de Fevereiro de 2007 às 14:42
"“Madeiren(c)e…fogoso…bom corpo…fala inglês…declama poesia…fluente na linguagem do amor…dominador…castigador…com ou sem violência…vi(n)il(cd, todos os formatos)…todo tipo de acessórios…realiza fantasias” eheheh"

nota: todos as correcções têm as piores intenções
possíveis.

Você por acaso não é a minha vizinha do 3º andar,
que me conhece tão bem? Ainda bem que não
publicou o meu número de telemóvel.

Venho por este meio retirar todos os sinais
ortográficos ... , ? ! : ; dos meus posts anteriores,
para não iludir mais uma donzela, que "sentiu" (não
leu, sentiu! cheguei longe, como nunca, deve ser da
antena da TMN, instalada aqui perto) "algum
engodo para conquista amorosa".

Infelizmente foi só um post espirituoso, inspirado
por um encontro, nesse dia, com a mulher da minha
vida (é verdade), que ainda não é minha.

Portanto eu respondi não em madeirense, mas na
linguagem do Amor, que não tem sotaque algum,
apenas se encontra envolta por uma alma
aparvalhada e infantil...

Permita-me que, em seu nome, coloque o seu
anúncio, na imprensa especializada, adicionando
apenas:

PROCURO
“Madeirense…fogoso…bom corpo…fala inglês…
declama poesia…fluente na linguagem do amor…
dominador…castigador…com ou sem violência…
vinil…todo tipo de acessórios…que realize
fantasias”

Responder para:
maria João F

Se por acaso for a minha vizinha do 3º andar, tenho
o seu número, posso publicá-lo com o anúncio?
De mulheresforadehoras a 2 de Março de 2007 às 01:18
Credo! Isto são comentários ao meu modesto poeminha?!!

zelian

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