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Terça-feira, 6 de Março de 2007

O Príncipe com orelhas de burro – Falta de liquidez afectiva

Quando o putativo príncipe comunicou publicamente (sem sombra de arrependimento) que tinha lido na diagonal o “O Principezinho” de Saint-Exupéry, que desconhecia a existência de “O Príncipe feliz” (sem falar dos sublimes “Gigante egoísta” e “O rouxinol e a rosa” de Oscar Wilde) e quanto a Mark Twain “O príncipe e o mendigo” nunca tinha ouvido falar de semelhante escritor, ela pura e simplesmente chumbou-o por incomparência do mais minimalista curriculum literário e como é obvio o deficit afectivo que tal acarretava!

Maria João F.

publicado por mulheresforadehoras às 10:57
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1 comentário:
De TheEconomist a 6 de Março de 2007 às 12:12
É preciso ter cuidado com essas conclusões rápidas. Se olharmos para o Principezinho, ele era um miúdo num mundo fechado.

E algumas personagens de Mark Twain são simples, puras e, talvez por isso, algo inconformadas e desviantes. O Huck Finn e o Tom Sawyer são exemplos disso mesmo.

O pior não está no défice de cultura literária. O pior está no "saber estar", essa expressão tão portuguesa que define na perfeição a atenção, o cuidado com os outros independentemente do seu nível de cultura literária.

Quando esse "saber estar" inexiste não há cultura literária que nos valha.

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