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Segunda-feira, 23 de Abril de 2007

Boa desculpa

Os contos de fadas, não são inocentes. Temos o “capuchinho vermelho”, que retrata um caso típico de sexo entre uma octogenária e um lobo insaciável, a “bela adormecida” a historia patética de uma jovem imatura e dependente que ainda acredita em cavaleiros andantes e sofria da doença do sono ou era dependente de xanax, a “casinha de chocolate” que retrata pais abandonicos e um caso de gulodice crónico, o “Peter Pan” um quarentão patético que se negava a crescer e possui-a um secreto fetiche por colans verdes, a aldeia de Asterix onde todos sofriam claramente de uma dependência a um tipo de droga psicotrópica e um caso de obesidade mórbida etc

Em miúda lera entusiasticamente as mil e umas noites, e não era poligâmica, quanto muito poligâmica faseada, não acreditava que isso fosse por conta do livro. Quando tinha sete anos, a boneca preferida namorava com um urso de peluche de nome Armando, o urso acumulava com uma boneca muito peneirenta de nome Nancy que andava envolvida com um palhaço que tinha uma guitarra com uma caixa de música, este último era espanhol. Verdade que na idade adulta tinha namorado com muitos ursos e palhaços com ou sem guitarra, e até com ursos com alguns dotes musicais, e em abono da verdade nem sempre dominavam a lingua de Camões, não considerava no entanto que tal se devesse ao facto de ter lido livros infantis demais mas sim a uma tendência inata para a asneira experimentalista.

Maria João

publicado por mulheresforadehoras às 23:08
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1 comentário:
De TheEconomist a 24 de Abril de 2007 às 12:15
É um facto que as histórias infantis têm um fundo psicológico algo perverso e até violento.

No entanto, eu só discordo com a análise do Astérix. Não me parece que eles fossem dependentes da droga. Eles só a usavam para combater os Romanos, ou então, e dado que os Druidas eram as ligações com o divino, a droga poderia servir para os Gauleses entrarem em contacto com os deuses, um pouco à semelhança do que sucedia com as civilizações pré-colombianas.

E claro, o Astérix é a Europa com toda a sua diversidade e contradições. Um certo desejo de independência e resistência contra o exterior misturado com aquela capacidade de assimilação de tudo o que é novo.

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